sábado, 20 de março de 2021
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
Amadora e Escuteiros no Senhor Doutor, em 1936
Uma noticia no Senhor Doutor, uma revista infantil, de 31 de maio de 1936, dá conta de uma visita de Escuteiros à Vila da Amadora
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
A Venteira o meu lugar, o 25 de Abril a minha data - Manuela Mota
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Em 1978
O cartaz de 1978 que me levou a iniciar-me na arqueologia e nestas coisas da História da Amadora. A vontade já lá estava, este foi o empurrão!
domingo, 13 de novembro de 2016
Desordem na Porcalhota
Pelas mãos do meu grande amigo e um dos fundadores da Arqueologia na Amadora, António Gonzalez, chegou-me uma noticia deliciosa, embora reveladora de alguma instabilidade social na Porcalhota de finais do século XIX.
Relembro que em 1898, ano em que a primeira fase da Casa Roque Gameiro ficou pronta, por exemplo, a Estação de Comboios era designada por Porcalhota, embora estivesse mais próxima da Amadora, do Alto do Maduro, ou mesmo da Venteira. Todos estes lugares faziam parte da freguesia de Carnaxide, concelho de Oeiras, desde 1886, mas em termos policiais continuava ligada a Benfica.
Atenção que foi mantida na íntegra, a grafia do jornal.
Relembro que em 1898, ano em que a primeira fase da Casa Roque Gameiro ficou pronta, por exemplo, a Estação de Comboios era designada por Porcalhota, embora estivesse mais próxima da Amadora, do Alto do Maduro, ou mesmo da Venteira. Todos estes lugares faziam parte da freguesia de Carnaxide, concelho de Oeiras, desde 1886, mas em termos policiais continuava ligada a Benfica.
Atenção que foi mantida na íntegra, a grafia do jornal.
Desordem na Porcalhota
Ante-hontem, junto à estação da Porcalhota, depois de
terminar o torneio de tiro, houve uma desordem entre o popular José Luiz,
residente em Carenque, e José Ignácio, da Amadora.
Alguns policias que ali estavam de serviços intervieram,
pondo fim à desordem e conduziram os dois populares á presença do regedor da Porcalhota,
sr. Francisco Apolinario d’Assumpção, que é dono de uma padaria e d’uma venda
de vinhos na localidade referida.
O regedor ia pôlos em liberdade, quando novamente os
populares se engalfinharam dentro da casa da autoridade.
Então o sr Apolinario deu-lhes voz de presos e declarou que
seriam enviados para a esquadra de Bemfica.
Á porta reunira-se grande quantidade de povo.
De repente um malandrete qualquer arremessou uma grande pedra
ao regedor, que ficou gravemente ferido.
Cheio de sangue, o sr Apolinario ordenou aos cabos para
afastar o povo e proceder á captura do agressor, mas nada conseguiu porque
havia fugido.
Mais tarde, soube então por denuncia que o auctor da agressão
fôra um tal Ventura Felix, carpinteiro residente na Porcalhota, e mandou o
prender, enviando então os tres presos para Bemfica, acompanhados pelos
policias 1:038 e 1:294, bem como pelos cabos Joaquim Aleixo, Luiz Pedro,
Antonio Filippe e Candido Umbelino.
Porém, quando aquellas auctoridades chegavam próximo do
bairro das Cruzes, foram assaltados por um grupo de populares, amigos do
Ventura Felix, que á força tiraram á policia aquelle preso, estabelecendo-se
então uma lucta terrivel entre os dois policias referidos e os populares que agrediram
os policias á cacetada e á pedrada, tendo os guardas que fazer uso dos
revolvers para não serem victimas da ira dos populares, disparando alguns tiros
em sua defeza. Ainda o tal Ventura Felix conseguiu evadir se.
Da lucta resultou o 1:038 ficar bastante ferido em uma perna,
no braço esquerdo e na cabeça, e o 1:274 [sic] com muitas contusões no corpo e
um grande ferimento na perna direita. Este ultimo ficou sem a espada.
Ambos receberam curativo na pharmacia Lopes.
Entretanto os quatro cabos da
regedoria seguiram com os dois presos José Luiz e José Ignacio para a esquadra
de Bemfica. Estes apenas teem algumas contusões, em resultado das pedradas.
A policia procede a averiguações.
In Diario Illustrado
Terça-feira, 9 de Agosto de 1898
sábado, 27 de junho de 2015
Passa o rebanho, na Brandoa
Há cerca de 40 anos, naquele sítio, jogava à bola...
foto de 10 de Junho de 2015
Já agora, mais ou menos no limite da estrada havia uma vala que trazias as águas pluviais do vale que corria abaixo dos Moinhos da Galega, e um pouco mais abaixo da foto estava o chafariz, onde "íamos à água", o que aconteceu ainda durante muitos anos (desde o início da Brandoa, desde mais ou menos 1961, até aos anos 70)
foto de 10 de Junho de 2015
Já agora, mais ou menos no limite da estrada havia uma vala que trazias as águas pluviais do vale que corria abaixo dos Moinhos da Galega, e um pouco mais abaixo da foto estava o chafariz, onde "íamos à água", o que aconteceu ainda durante muitos anos (desde o início da Brandoa, desde mais ou menos 1961, até aos anos 70)
sábado, 3 de janeiro de 2015
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Antes que venha abaixo
Rua Luís de Camões (antiga Estrada de Carnaxide), torneja com a Rua Gil Vicente
A Rua Gil Vicente foi uma das artérias (a principal seria a 5 de Outubro) do centro cívico da primeira Amadora urbana. Faz, por isso, parte do actual centro histórico da cidade.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
António Francisco e Margot Francisca, moradores na Amadora em 1729
Com a devida vénia ao meu amigo e companheiro das velhas lides da arqueologia na Amadora, Rui Oliveira, o qual me fez chegar a digitalização deste documento, aqui deixo um Assento de baptismo de 1729 da Freguesia de Belas, com referência a Carenque onde morava Antónia Maria Conceição, mãe de Manoel, a criança Baptizada e tendo sido padrinhos António Francisco e sua mulher Margot Francisca, moradores na Amadora. É de referir que a historiografia remete para a Amadora como quinta até ao século XIX. Como se pode inferir, já em inícios do século XVIII, ela seria um povoado.
Aos trinta dias do mês de Janeiro do|2 anno de mil
e settecentos e vinte e nove por|3 comisaó do Rº[everendo] Prior
desta Fregª[uesia] baptizei|3 E puz os santos óleos a Manoel|4q[ue]
nasceo a dezanove do presente mez|5 filho de Manoel do Araujo e de
Antonia|5 Mª[aria] concm[eiçam] esta amigado [sic] delle
mora[-]|6 dor em a cidde[ade]
de Lxa [isboa] criado do Sr[enhor] Infante|7
D. Francº[isco] e ella moradora em caranque e na|8 Casa de seu
hirmaó Manoel Luiz foraó| padrinhos Antº[onio] Francº[cisco] e Sua mr[olher]|9
Margot Francª[isca] moradores em amadora|10 Fregª[uesia] de Bemfica
de q[ue] fiz este a[-]|11 Cento q[ue] asigneiy|12 O Pe[adre]
Manoel Teixeira
Livros de Baptismo de Belas, B.3, p.315
(minha leitura)
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Quartel do Regimento de Infantaria nº1
Em 1955 vários quartéis de Infantaria foram terminados. Entre eles o de Infantaria nº 1, na Amadora.
Já foi Regimento de Comandos, hoje é a Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra (antes já ali tinham estado o Grupo de Esquadrilhas de Aviação República, o Batalhão de Engenhos e o Batalhão de Carros de Combate, pese embora o espaço (do GEAR) tenha sido entretanto dividido com a Academia Militar. Neste ano de 1955, o Ministério das Obras Públicas, faz a publicação de onde foram retiradas estas fotos:
Edificio de Comando
Planta geral
Vista aérea
Soberania, baixo relevo de Euclides Vaz no edifício de Comando
s.a., 1955, Novos Quartéis dos Regimentos de Infantaria, Lisboa: MOP-CANIE
Já foi Regimento de Comandos, hoje é a Unidade de Apoio da Área Militar Amadora Sintra (antes já ali tinham estado o Grupo de Esquadrilhas de Aviação República, o Batalhão de Engenhos e o Batalhão de Carros de Combate, pese embora o espaço (do GEAR) tenha sido entretanto dividido com a Academia Militar. Neste ano de 1955, o Ministério das Obras Públicas, faz a publicação de onde foram retiradas estas fotos:
Edificio de Comando
Planta geral
Vista aérea
Soberania, baixo relevo de Euclides Vaz no edifício de Comando
s.a., 1955, Novos Quartéis dos Regimentos de Infantaria, Lisboa: MOP-CANIE
sábado, 28 de dezembro de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
segunda-feira, 6 de maio de 2013
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